A gravidez é um período da mulher que não é visto como doença, mas em que ela te trata como se ela estivesse doente.
"Pega água pra mim. Eu tô grávida"
Um simples 'pega água pra mim' bastava. Mas a mulher te lembra da condição dela que é pra você nem pensar (quer dizer, pensar pode) em reclamar.
Além disso, tem as mil coisas da gravidez: desejos, consultas, ultrassons, exames, queixas de que o corpo não é mais o mesmo, etc.
Isso sem contar chá de bebê e as ligações da operadora de cartão de crédito ligando pra confirmar gastos nunca dantes vistos.
É. Gravidez não é só gravidez. Tem as milhões de vezes em que você responde pra várias pessoas (mais de uma vez até) se é menino ou menina.
Eu gostava de responder: "Não sei. Ela vai decidir depois." Aguentar gozação dos amigos que têm ou terão meninos não é fácil.
Berço, fraldas, roupinhas, brinquedos que ela só vai usar aos 3 anos, lucro pra Alô Bebê, prejuízo pro pau (ops, pai, ainda pego quem pôs o 'u' perto do 'i' no teclado).
Fora que 9 meses demoram uma eternidade pra passar.
E enquanto passam você vê que o seu outrora grande o suficiente apartamento de 74m2 está dominado por alguém que nem nasceu ainda e não alcança nem o seu joelho.
É. Eu não sabia, mas Marina já estava mostrando pra que viria. E já estava dando trabalho.
P.S.: Amooooo minha filha, antes que me julguem. Só faço aqui uma análise imparcial dos fatos. Em breve, mais novidades.
Nenhum comentário:
Postar um comentário